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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ponto Inicial


A lembrança de teus lábios, objetos de tortura, talvez o semblante da própria luxuria.
Os meus sonhos se foram, quando passei a ver todas as noites com seu luar, e tornando-a teu rosto pelo teu olhar.
As horas são grilhões de angustia q insistem em me torturar, poderia fugir, mas no final sei q vou apenas em um lugar.
Verdades e mentiras querida, é tudo q eu sou.
A minha poesia começou nas suas palavras de adeus, aprendi a ser poeta quando o meu amor e meu ódio se tornaram apenas um, aprendi a ser poeta quando as minhas palavras não eram ouvidas por ninguém. Aprendi a escrever não com palavras mas com lagrimas, a saudade, a beleza, a dor, aprendi a transparecer o meu amor !!

(Fabio Rocha,24/01/09; 17:44 Betim)

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